O que Santo Amaro compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Santo Amaro compraram US$ 61,7 mil de outros países.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 154 cidades de Bahia que importaram, Santo Amaro ficou em 107º lugar. No Brasil, em 1.950º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Máquinas de lavar louça; máquinas e aparelhos para limpar ou secar…2,9 toneladasUS$ 41 mil66%
- 2Papel ou cartão para reciclar102 toneladasUS$ 20,7 mil34%
Todos os países (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 41 mil66%
- 2Estados UnidosUS$ 20,7 mil34%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 391,4 mil
- 2022US$ 21,2 mil
- 2023US$ 2.333
- 2024US$ 45 mil
- 2026 (até setembro)US$ 61,7 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Santo Amaro
Quanto Santo Amaro importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Santo Amaro (BA) compraram US$ 61,7 mil de outros países: 2 produtos, de 2 países.
O que Santo Amaro mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Máquinas de lavar louça; máquinas e aparelhos para limpar ou secar… (66%), Papel ou cartão para reciclar (34%).
De quais países Santo Amaro mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (66%), Estados Unidos (34%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.